Relatos de experiência no LabHum, ciclos NÉVOA de Miguel de Unamuno e O Apanhador no Campo de Centeio – J.D. Salinger

Jair Marolla
LIVRO: NÉVOA de Miguel de Unamuno
DATA: 08/05/2015

Inicialmente, ao chegar ao grupo (pois “Névoa” foi a minha primeira experiência com o laboratório de humanidades), achei que as discussões sobre leitura comum, seria algo que não contribuiria para sinergia ou conversão a um denominador comum

Livro Ressurreição, de Liev Tolstói: a verdadeira Bíblia da humanidade

Após uma palestra que vi na UNIFESP, ministrada pelo professor Dante Gallian, no Simpósio de Fonoaudiologia, resolvi conhecer o Laboratório de Humanidades, ou LabHum. O que despertou em mim essa curiosidade e me deixou bastante intrigada foi o fato de haver discussões literárias, de livros indicados pelos responsáveis pelo laboratório, Yuri Bittar e Dante Gallian.

A seguir mais dois relatos de participantes do LabHum, a partir das discussões sobre o livro NÉVOA de Miguel de Unamuno
SÃO PAULO 2015

Tão distante

nas páginas do livro e tão presente na vida cotidiana
Por ANA CRISTINA DA ROCHA

A nívola interpelada no personagem tão distante nas páginas do livro e tão presente nas atuações da vida cotidiana, nos posiciona do quanto muitos de nós estamos ainda a procura de encontrar um caminho para seguir

Quando comecei a ler o livro, fiquei imaginando como seria um filme baseado nele. Pensei em um filme dirigido por JL Godard no início da carreira, cujos jump-cuts transportariam o linguajar novo do livro para as telas, e com o magistral uso de mise-en-scène, criaria um filme de autor de fato, diferente do cinema que Holden Caulfield detestava, unindo as ideias de Salinger à sensibilidade filosófica de Godard.

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