Escola Paulista de Medicina
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Nos meses de março e abril do semestre de 2015 começamos pelo livro “Névoa ” do autor Miguel de Unamuno .

Minha experiência no LabHum com esse livro representou uma mistura de sensações. Identificação com a personagem e a sua reflexão sobre a existência foram as coisas que mais me tocaram da leitura e dos encontros.

Por Alessandra Paula Ferreira Moreira Neumann *

Certo dia conversava com uma colega sobre os problemas do trabalho, o excesso de metas, condições precárias de trabalho entre outras, ela me disse: “Quando chove – chove muito!” Aquela frase teve um peso imenso naquele momento...

A seguir mais dois relatos de participantes do LabHum, a partir das discussões sobre o livro NÉVOA de Miguel de Unamuno
SÃO PAULO 2015

Tão distante

nas páginas do livro e tão presente na vida cotidiana
Por ANA CRISTINA DA ROCHA

A nívola interpelada no personagem tão distante nas páginas do livro e tão presente nas atuações da vida cotidiana, nos posiciona do quanto muitos de nós estamos ainda a procura de encontrar um caminho para seguir

Unamuno- NÉVOA
Varner Timóteo - Mestrando do CEDESS
Leitura do livro Névoa de Miguel de Unamuno

Para mim o livro começou meio sem interesse, pois a leitura tinha somente o intuito de cumprir normativas do mestrado, mas com o passar das páginas ele foi se revelando uma leitura que prendia a atenção.

Cinco reflexões sobre o texto O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger. Camila Dantas S. Barros, Aparecida Bastos Pereira, Sandra Araujo, Maria da Glória S.G. Marcondes e Juliana Mourão Ravasi apresentam diferentes visões sobre a mesma personagem, sobre si mesmas e sobre todos nós.

Quando comecei a ler o livro, fiquei imaginando como seria um filme baseado nele. Pensei em um filme dirigido por JL Godard no início da carreira, cujos jump-cuts transportariam o linguajar novo do livro para as telas, e com o magistral uso de mise-en-scène, criaria um filme de autor de fato, diferente do cinema que Holden Caulfield detestava, unindo as ideias de Salinger à sensibilidade filosófica de Godard.

O Apanhador no Campo de Centeio - História de Convivência por Karina Camasmie Abe

amor em nossas vidas

“Você já se sentiu alguma vez cheia de tudo? - perguntei. - Quer dizer, você alguma vez na vida já ficou com medo de que tudo vai dar errado, a menos que você faça alguma coisa?” (p. 54 – versão pdf)

amor em nossas vidas

História de convivência sobre a leitura do Apanhador No Campo de Centeio
São Paulo
2015

Reler O Apanhador No Campo de Centeio (pois já o tinha lido na época da escola) me levou à adolescência, ainda mais em um momento em que tudo parece me puxar de volta aos 16 anos. Eu li o livro dessa vez, com os pensamentos desses mesmos anos.

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